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Checando os números de novembro

Hoje estou com o domingo livre e resolvi fazer algo que gosto bastante: realizar contas e mexer com tabelas. Este texto é uma forma de incentivar os investidores que estão iniciando. Também considero uma forma de incentivar a mim mesmo, para continuar focado pelos anos vindouros. Comecei meus investimentos em renda variável em Junho/17 e foi um ano de bastante aprendizado. Finalizei o ano com a carteira totalmente vendida, estava com posições muito favoráveis, então preferi realizar o lucro. No início do ano, mudamos de residência, então, o dinheiro foi muito bem utilizado.
Vamos ver o gráfico de renda passiva de 2018 então:
Certo, de vermelho estão os rendimentos do imóvel físico que possuo. E de azul, rendimentos recebidos (em sua maioria) de Fundos Imobiliários. Em janeiro, fiz uma pequena carteira de fundos de recebíveis, da qual não me arrependo, vendi as posições com lucro e ainda tive essa rendinha no mês. Existe um hiato de 4 meses sem investimentos, justamente a época em que…
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Voltando aos aportes

Seis longos meses pagando imposto de renda. Uma dor eterna que parece não ter fim. Mas acabou, DARFs foram pagos, agora é respirar tranquilo pelos próximos seis meses e focar no que importa. Pro próximo ano, irei parcelar em no máximo 3 vezes, mesmo que eu me lasque todinho para pagar. É aquele tipo de obrigação que quanto mais rápido acabar, melhor.
Então, hora de rever objetivos. Com a venda do automóvel, batemos a meta de reduzir o financiamento para menos de 300 meses até o final do ano. Atualmente, a dívida imobiliária não está me incomodando muito. Uma dívida que custa 0,88% ao mês de juros, não é algo de outro mundo. Sim, existe o fator psicológico, muitos anos de compromisso, porém, por incrível que pareça, estou tranquilo a respeito.
Um dos motivos é que, nossa renda passiva já bate quase metade dos juros mensais que pagamos. No caso, a renda que possuímos é de um imóvel alugado e de uma recém-criada carteira de FIIs. O yield mensal da carteira está em torno de 0,66% ao mês.…

Buscando mais qualidade de vida

Trabalhar na área de saúde é massante. Na realidade, lidar com saúde pública no Brasil é bem complicado. É nadar contra a correnteza praticamente todos os dias. Basta verificar os tele-jornais, diariamente tem alguma merda acontecendo. Tem aqueles dias em que faltam insumos, em outros dias nos deparamos com a falta de estrutura digna para desempenhar nossas atividades e tem aqueles dias em que o que falta mesmo é noção e um pouco de vergonha na cara dos funcionários públicos.
Porém, vamos deixar para esculhambar o SUS em outra ocasião. Bora falar um pouquinho sobre qualidade de vida? 
Não sou nenhum novato na minha área. Já são quase 13 anos de formação acadêmica. E desses longos anos, pelo menos, 7 anos de plantões noturnos. São 7 anos de noites de sono perdidas e de jornada dupla de trabalho... E como não tenho mais meus 23 anos, estou começando a sentir no meu corpo o peso disso tudo.
Já é comum sentir um pouco de enxaqueca no dia seguinte aos plantões. Afinal de contas, no dia se…

Viver bem faz muito bem

Eu não tinha a mínima ideia do impacto positivo que mudar de residência teria em minha vida. Viver bem faz uma grande diferença na qualidade de vida. Quando falo em "viver bem" não digo viver com o máximo de conforto mas, sim, com o mínimo para que você se sinta feliz.
Encontrar esta medida depende de cada um. Hoje em dia eu fico extremamente feliz em receber a família em casa. Consigo receber uns 8 parentes de forma tranquila. Coisa praticamente impossível no apartamento de 44 metros quadrados em que residia. 
Tínhamos um espaço tão reduzido que era necessário uma escala para receber visitas. E isso me frustava ao extremo. Existiam também outros problemas pontuais mas deixarei para explorar em outro post.
Após a mudança, o choque de realidade foi absurdo. Hoje, basta pegar um elevador para estar na academia. Só aí eu ganho, pelo menos, meia-hora a mais no dia, que seria o tempo do trajeto de ida e volta.
E se eu precisar me deslocar ao supermercado? Em cinco minutos estou …

Mais um dia após o outro

Me peguei nessas últimas semanas escrevendo diversos textos pessimistas. Textos tão pesados que nem tive coragem de postar.
A pauta de um deles era a insatisfação com os empregos. Assumindo responsabilidades que não são minhas. Tentando apagar incêndios que não são meus. Descascando um abacaxi diferente todo santo dia.
Resolvi então não me estressar mais. Telefone toca, estou ocupado? Não atendo. Me chamam para resolver um problema  e não é minha responsabilidade? Desculpe mas não tenho como resolver, procure o verdadeiro responsável. 
Sim, os dias ficaram melhores. Tão bons que fiquei até mais mão aberta nesse final de mês. Estamos concluindo as mobílias do apartamento e está ficando tudo do jeito que queríamos. 
Minha esposa fica morta de feliz em ver o apartamento tomando forma. E eu fico contente por vê - la assim. 
Hoje chamei meus pais para jantar conosco e foi sensacional. Comemos umas pizzas, conversamos bastante, olharam a cara nova do apê e terminamos a noite falando sobre …